Strider lança tecnologia móvel de combate a pragas e reduz perdas na produção rural

A Strider, empresa de inovações tecnológicas para o mercado agrícola, anuncia o lançamento de sua tecnologia de monitoramento e controle de pragas. Com um sistema que combina o uso de mapas, mobilidade e big-data, a solução tem como objetivo auxiliar o produtor a tomar decisões rapidamente para proteger a sua produção agrícola, reduzindo os custos de produção através da utilização mais racional de defensivos. A empresa acaba de receber um investimento de R$ 5 milhões, da Barn Investimentos.

A tecnologia foi concebida para desenvolver uma solução quer permita intervenção imediata, evitando a evolução das pragas nas plantações. “Observamos um uso desproporcional de defensivos agrícolas, que poderia ser racionalizado por meio de um estudo mais prático e completo da área produtiva”, conta Luiz Tangari, sócio-fundador e CEO da Strider. “Foi aí que veio a ideia de criar uma tecnologia de informação inteligente que acelerasse a identificação de áreas infestadas”, completa.

O processo é simples: um técnico de inspeção de pragas sai a campo munido de um coletor de dados móvel, que mapeia seu trajeto na lavoura a partir de sistema GPS. O equipamento permite apontar a ocorrência de pragas em campo. As informações colhidas são, então, apresentadas em tempo real para o agricultor por meio de interface on-line, mapas de calor, gráficos e fotos. São estas informações que permitem a visualização da situação dos talhões e a identificação da necessidade de se aplicar defensivos.

A comunicação automatizada agiliza a tomada de decisões feitas pelo agricultor no combate às ocorrências de pragas, que podem ser detectadas em estágio inicial, quando ainda não afetam a produção. ”Nossa tecnologia permite atacar o problema na raiz, antes que a infestação tome proporções irreversíveis.”, diz Tangari.

A Strider ainda reduz os custos com defensivos, uma vez que a identificação geolocalizada de áreas afetadas permite ao agricultor concentrar sua aplicação em talhões específicos. “Por consequência, a tecnologia também permite medir a eficácia dos pesticidas e herbicidas aplicados à lavoura, já que serão aplicados em áreas específicas e terão um acompanhamento de perto”, conclui.

Com o aporte recebido em 2014, a empresa planeja sua expansão. Segundo Tangari, hoje a solução já é usada em uma área que soma 200 mil hectares e a meta é cobrir um território, em todo Brasil, de 2 milhões de hectares até o final de 2015.

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