Strider – Jovem e Visionária

A Strider é uma empresa jovem e com tecnologia de ruptura na agricultura. “Trabalhamos comercialmente com o Strider há dois anos. É uma ferramenta que traz benefícios muito grandes para o produtor, como agilidade na tomada de decisão, diminuição do tempo de interferência de pragas, ervas e doenças, confiabilidade das informações e a certeza de que o monitoramento foi feito e executado”, explica Ed Siatti, vice-presidente de vendas da Strider.

Ele conta que a tecnologia eliminou toda a papelada da operação. Desta forma, as pessoas não precisam mais ficar digitando e gastando tempo com planilhas de dados da operação. É possível ter a informação na mão de forma mais precisa, e imediatamente já tomar a decisão e realizar a ação.

“Temos operações no Brasil e nos Estados Unidos. Já estamos ultrapassando a marca de um milhão de hectares monitorados no Brasil e os Estados Unidos estão seguindo a mesma linha.Agora estamos fechando alguns negócios grandes nos Estados do Texas, Oklahoma, Novo México e Flórida”, relata o vice-presidente da empresa.

Strider e Green Has

A Strider firmou uma parceria com a Green Has, e quer mostrar junto a ela a importância do monitoramento da fertilidade dentro dos talhões. Com o Strider consegue-se acompanhar o monitoramento que foi feito, o encaminhamento dos monitores dentro do talhão e georreferenciar com fotos os pontos coletados para amostra.

No que diz respeito à eficiência dos macro e micronutrientes, é possível marcar e georreferenciar um ponto para voltar depois usando produtos da Green Has na correção do solo.

“Com essa tecnologia conseguimos voltar exatamente ao ponto certo, acompanhando a evolução dos produtos. Nossa tecnologia com os novos produtos da Green Has têm uma sinergia muito grande. A tecnologia veio principalmente para diminuir custos e, consequentemente, aumentar a produtividade. Ou seja, eficiência total da forma mais rápida. Mão de obra hoje é um problema muito sério e a tecnologia vem para ajudar, substituir e amparar o produtor”, esclarece Ed Siatti.

De pai para filho

A agricultura atravessa um momento de transição importante, em que o pai está passando a propriedade para o filho. “Isso é muito importante porque a tecnologia é esse elo de atração para o produtor mais jovem, que vai tomar conta da operação em muito pouco tempo. A tecnologia hoje ajuda muito no sentido de trazer esse produtor mais jovem, filho e neto do patriarca, para que a transição seja mais suavizada. Sem sombra de dúvidas as tecnologias têm que ser mais acessíveis, com preço que o produtor consiga comprar e utilizar, e que elas sejam simples de operar”, avalia Ed Siatti.

Na prática

A Strider procura levar essa tecnologia para o campo de forma acessível para os novos produtores colocarem em prática e terem gestão da sua propriedade. “Passamos por um momento da agricultura que houve aumento de adubação em 2015. Agora temos mais cultivares adaptadas para o Brasil, melhoramento genético, e chegamos ao momento de gestão de custos. O agricultor consegue hoje produzir com altas produtividades, mas ainda falta um pouco de gestão”, analisa Leonardo Vilela, representante da Strider.

MIP

Atualmente, a mão de obra está escassa. “Seguindo uma tendência de pragas, muitos produtores acreditam que fazem o MIP, mas a qualidade na operação está cada vez mais comprometida. Assim, o programa Strider proporciona ao produtor fazer um MIP de qualidade porque ele oferece a garantia de que o funcionário está trabalhando de acordo com a recomendação. O processamento dessa informação chega aos gestores e proprietários das lavouras de forma bem mais rápida. A comunicação também melhora muito entre todos os níveis hierárquicos profissionais”, considera Neto Montans, representante da Strider.

Ele aponta ainda como benefícios a redução de custos significativa e o ganho de tempo nas tomadas de decisão. “O programa proporciona toda a segurança para um manejo integrado de pragas com qualidade da informação, confiança, geração de resultado, reduzindo custos e aplicando o produto certo, na hora ideal e no local indicado”, finaliza.

Fonte: Revista Campos e Negócios – Junho 2016