Agronegócio abre oportunidades para as startups

Em 2011, após vender uma empresa de mídia digital, Luiz Tangari decidiu, ao lado dos sócios, investir em um negócio com apelo global, capaz de ser usado em qualquer parte do mundo. Depois de muita pesquisa eles concluíram que a agricultura seria uma ótima escolha e defensivos agrícolas um nicho com boas chances de sucesso.

“O agricultor sabe o quanto gastará com sementes e fertilizantes, mas não tem noção do quanto a invasão de uma praga impactará nos resultados da safra”, afirma Tangari. “Para se ter uma ideia, o gasto com defensivos em soja representa em torno de 30% do custo da produção e na lavoura de algodão mais de 50%”. Na época, não havia uma ferramenta capaz de auxiliar na tomada de decisões mais assertivas e rápidas, já que algumas pragas se desenvolvem em menos de duas semanas, provocando estragos de milhões de reais.A Strider nasceu em 2013, em Belo Horizonte, com a oferta de uma solução capaz de ajudar os agricultores a usar defensivos de forma inteligente, na dosagem certa e no período ideal. As informações são coletadas no campo com ajuda de geolocalização e aplicadas em um portal, que pode ser acessado à distância. O software consumiu um ano de testes e, embora sirva para todo tipo de lavoura, tem por foco as culturas de soja, algodão e café.

Para ver a entrevista completa acesse Valor Econômico.